Janeiro 07, 2011

2011 - com saúde, através dos olhos.


O calor do Sol predomina.
De perto, minha cadelinha que me comunica algo que compreendo simplesmente. A saudade!

O Rio de Janeiro é, sem dúvidas, a cidade mais bela. Cintila tudo em mim!

Meus ouvidos capturaram até o vento, o som da chuva, da brisa, do samba, do som do s, do r.

E há os sucos saudáveis. A clorofila.O efeito da babosa. O café, descafeinado. A cor do açai, da cenoura, da beterraba. O amarelo do sol e da omelete. O sabor do cuscuz marroquino. A companhia do tereré de cada dia. O canto no Arpoador e suas pedras. a sofisticação do Alto Leblon. A riqueza do Jardim Botânico. A bossa do Rio Scenarium. O amor. A amizade. A malandragem. Os skatistas. Remetendo sempre a minha natureza.

Que cor tinha aquele que tocou pandeiro na calçada da Guanabara? A mesma daquele que estava no calçadão como um pintura grega.

A imaginação que gera pelo horizonte visual....

Sinto uma emoção num mundo cada vez mais cego.

Essa invenção perigosa, a rede social.

Sentada aqui, na direção dessa tela, nesse instante de 2011, percebo meu exercício de ginástica que requer que eu olhe longe, mesmo diante dessa modernidade.

Gostei de me exercitar assim. Buscar um mundo menos cego. Deixar a tela um pouco de lado e olhar ao meu redor, infinito sem fim, além de tudo...

Me perder ou se perder...pelo olhar, universalmente.

E achar. Um prazer.

Prazer 2011!! Bem vindo!!!




"Forçamos nossos olhos a estar em tensão constante para focar objetos próximos. Temos poucas chances de olhar cenários distantes"(Terri Young, da Universidade de Duke, Carolina do Norte, EUA).

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